sábado, 8 de fevereiro de 2014

Ó vida, é desse amor que eu falo


Ó vida, é desse amor que eu falo,

através de mil versos, mil visões,
pesares de minh'alma - maldições -
queixas que não quero, nem calo.

É um vaivém de quimeras

em meu brando coração;
ah! o que se espera então?
Sois em minhas primaveras,

espirito a cismar n'um passado;
inverso d'amores,
d'um sentimento amargurado.

Não basta conhecer outro amante,
n'uma prece de clamores:
porque o amor, assim, é um gigante!

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