Que carregas tamanha cruz, Deus,
graças a uma compaixão,
- Roxa - como as vestes que trazes,
e os lírios pelo chão.
Que te salvem em misericórdia
e não guardes - em ressentimento,
tuas queixas sobre a mesa
- teus pecados - são pensamento
dos que não te conheceram
- e levanto-me eu agora!
Em mente, que de corpo estou inerte;
deixo-o para quem acredita. Ora,
éramos fiéis e não sabíamos,
no ceio de tua herança -
bem desejava eu carregá-la por ti,
agora nua, tua criança.
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