terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Ai! Tudo o que eu sabia



Ai! Tudo o que eu sabia,
nossos corações crentes,
entre eternos poentes,
- se fez noite, meu dia!

Outrora me julgara forte;
sabia eu como vive,
e hoje não me consigo erguer:
- minha sina, tua morte!

Sou agora feita de neve,
depois de tua partida, breve,
ficou preso a mim o mistério;

por o qual agora choro,
deixo o lugar onde moro,
- tua casa? Cemitério.

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